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Recomendamos abaixo, a dose para pacientes que requeiram profilaxia antibiótica para condições pré-existentes, tais como, endocardite bacteriana, problemas renais, pacientes recebendo quimioterapia, diabéticos e outras doenças que possam potencialmente reduzir a imunidade do paciente: Amoxicilina - Adultos: 2,0 g, via oral, 1 hora antes da intervenção. Crianças: 50 mg/kg, via oral, 1 hora antes da intervenção. Alérgicos a Penicilina: Clindamicina - Adultos: 600mg, via oral, 1 hora antes da intervenção. Crianças: 20 mg/kg, via oral, 1 hora antes da intervenção. Obs.: Esta não é uma dose pós-operatória. É utilizada a clindamicina e não a eritromicina.
O dente ou dentes que perderam a sua relação com o alvéolo devem ser recolocados imediatamente, se possível, no alvéolo correspondente. Em casos de dificuldade ou impossibilidade desta manobra, o dente deve permanecer em um meio úmido, podendo ser o vestíbulo da boca, saliva, recipiente com leite ou com soro fisiológico ou caseiro. Deve-se procurar um profissional habilitado para realizar o reimplante imediatamente.
O Brasil é o campeão de acidentes de trânsito. É quando os traumas ocorrem principalmente entre os jovens, na faixa etária entre 15 e 30 anos, produzindo mais óbitos que as causas cardíacas ou o câncer, sem mencionar ainda as seqüelas deixadas nos sobreviventes, indo desde as dificuldades na recuperação física, psicológica, social e alto custo hospitalar. O atendimento ao traumatizado é dividido em 3 fases: 1ª)
- é o atendimento na via pública O atendimento na via pública, geralmente é realizado pelo resgate (médico, pessoal de enfermagem e/ou bombeiros) para a retirada do acidentado dos veículos, sendo posteriormente deslocado por um meio de transporte até o hospital de urgências. Nesse momento pode-se retirar da boca do paciente fragmentos, próteses dentárias, sangue ou corpos estranhos, que podem facilitar a sua respiração evitando a obstrução das vias aéreas superiores e asfixia do paciente. No atendimento hospitalar, propriamente dito, é necessária uma avaliação imediata das condições gerais do paciente. Estando este completamente estabilizado e sem risco de vida, procede-se um exame regional, para determinar o grau de comprometimento da região oro-facial. Pacientes com trauma na região do terço médio da face, podem ter fratura da placa cribiforme. Nestes casos, não passar sonda naso-faríngea para evitar sua penetração cranial, recomenda-se passar a sonda oralmente. Equimoses ao redor da área mastóidea (sinal de Battles) pode sugerir fratura de osso temporal. A reação de "olhos de panda" ou equimoses ao redor da pálpebra podem indicar fratura da parte anterior do crânio. Presença de líquido cérebro-espinal no nariz ou ouvido podem sugerir uma comunicação ou fístula com o meio externo
Trauma cervical Pacientes com trauma fechado, suspeitar de lesão cervical. Deve-se examinar visualmente e por apalpação. A ausência de déficit neurológico não descarta trauma cervical, que deve ser presumido, até ser confirmado por meio de radiografias. Em traumas penetrantes, os ferimentos podem extender-se através do platisma e não devem ser explorados manualmente, no PS. Este tipo de trauma requer avaliação cirúrgica. .
Exame neurológico Um exame neurológico inclui não só avaliação sensorial e motora das extremidades, mas também reavaliação do nível de consciência e reação pupilar. As pupilas devem ser examinadas no tamanho, forma, igualdade e reação à luz. Uma pupila dilatada e não reativa pode indicar pressão do III nervo cranial. Avaliação como a Escala Numérica de Glasgow facilita a detecção precoce de alterações neurológicas.
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